Bom dia!

Hoje acordei super disposta, tal como pedi na oração de ontem à noite.

Bem, toda vez que leio o livro “A Revolução da Glicose”, recordo do dia que repeti o que o professor de biologia explicou sobre o diabetes e levei um grandioso “cala boca” enquanto almoçava.

Difícil.

É complicado quando pessoas do seu entorno decidem que a ciência é uma grande besteira, ainda mais se você for uma criança ou adolescente.

Meu bem, que fase.

Estudar para ser humilhada, era isso que eu vivia.

Platão, Foucault, Rousseau, Bourdieu, naquele contexto, não sabiam de nada, quem mantinha contrato assinado com alienação é que possuía a razão absoluta sobre qualquer assunto.

Quando entrei na Universidade (pública) tive, de fato, a confirmação que o mundo era maior, e que o modelo mental presente fortemente naqueles m2, não poderiam dar as cartas na minha vida.

A vida é mais.

O mundo é grande.

Mais tarde entendi que, o que uma pessoa admira, diz muito sobre até onde o mental dela alcança.

Quando identifico negativismo em um adulto, penso que não devo ficar atritando, como antes, somente devo entender mais ou menos em que estágio esse ser está, e seguir em frente com meus planos e referências.

Há quem brinque com nosso valioso tempo.

Agora, quando você é professor, ou divide a vida com alguém, divide mesmo, aí sim, cabe o dever de ir subindo o grau de consciência de respectivamente, alunos(as) e companheiro (a). No movimento de ir aprendendo e dividindo o aprendizado.

Essa é minha questão com o conhecimento…

Deus te agradeço por tudo!

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