De volta ao porão, mais uma vez sonhei que um colega de escola me ignorava, acordei e me senti triste por identificar em mim, com mais clareza a questão da dependência emocional e o quanto ela me limitou.
Entendo tudo isso como um bloqueio e quando peço por libertação, eu penso que sou uma pessoa que precisa de paz para viver, não devo me jogar em relações que a dúvida se faz constante.
Mike e Dudu estão na janela brincando de morder um ao outro.
Daqui para frente a caminhada pode ser leve, sem cobranças e assim chegarei no mesmo lugar. Estou contente com tudo que já fiz com minhas próprias mãos.
O que virá? Deus é quem sabe!

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